Mal vejo o brilho de outros tempos em meus próprios olhos, agora é só mais um dos itens perdidos em mim mesma, como a cor do sorriso, a alegria de acordar, a vontade de viver e etc. Isso que me tornei (consciente ou inconscientemente), me assombra, me persegue... Mas o melhor que posso tirar disso tudo, é que não estou completamente seca por dentro, minha alma ainda sangra e meus olhos estão secos. Isso deve ser o melhor de mim.
EU fugiria de olhares, de atenção, de comentários e do centro das atenções, se não fosse meu outro eu (Vendetta, claro!), com sua megalomania, exibicionismo e as grandes facetas que apronta... Eu sou só o contraponto de tudo isso. Sou a lagarta no bolso da magnânima Vendetta, assim como os religiosos são os vermes no jardim de Deus. (risos).
E lá se vão dois segredos:
1. Não sou maluca. (ok, um pouco, talvez);
2. Essas alternações de personalidade estão me matando.
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