...É porque o fim renasce num começo... Onde transcende tudo o que conhecemos, e tudo o que nossas vãs expectativas fantasiaram por noites a fio se tornaram, enfim, uma festa num holocausto de pensamentos.
Esse é problema em fantasiar para tornar as coisas mais fáceis... Nada será tão fácil ao ponto de ser fácil o bastante para ser obtida sem mérito. Isso é o que ELES dizem por aí.
Decerto, nunca tive nada a perder e muito menos nada a dar... Apenas mais um verme por sobre a imundície e a carniça de meus próprios pensamentos, palavras e ações. Divagando tão bem, e desfilando no precipício com uma vontade vulgar de pular, me jogar, renascer... Ser feliz.
Resolvi dar um tempo na minha vida, e vegetar. E o fiz por alguns instantes... Mas o tédio em que me encontro e proponho á mim mesma é ridículo.
"Essa sua visão vazia do mundo é um reflexo de como você se sente por dentro." - Disse a mulher que é paga para ouvir meus lamentos chorosos (já escassos, por sinal). Tudo que me resta agora são as marcas dos malditos erros que insistem em me perseguir durante as madrugadas em que divago comigo mesma e Vendetta.
Resolvi estar em mim, ficar em mim e me curtir... Porque já sou descartável, um qualquer usado e posto no lixo. Não sou, não fui e nem serei, qualquer dia desses, importante para a sobrevivência de qualquer espécie de sentimento, pessoa, animal ou ser inanimado. E isso será reconfortante... Um dia desses.
Me sinto como se eu fosse Atlas, sabe? Isso! Atlas, que segura os céus, para que eles não venham abaixo... Eu sou como Atlas e as pessoas são como os céus. Minhas costas estão doendo... Minhas pernas estão cansadas. E eu não suportarei isso se eu não quiser.
Sim, existe uma válvula de escape que não é somente a escrita em toda sua objetividade ou subjetividade, que no caso, será algumas pilulas de alegria dosada (sim, como o Soma!).
Sou uma personagem...
E represento alguns papéis,
Porém tudo é verdade.
Tudo o que está dentro da mente.
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