Uma adulta que nunca amadureceu, com sua raiva, idiossincrasias e mediocridade. Jogo de palavras, jogo da vida.
terça-feira, 17 de julho de 2012
O Monstro.
Eu não sei bem o que sou, não sei quem sou... só sei que eu sou eu, e pronto.
Acho engraçadíssimo quando saio na rua, e as pessoas me olham estranho, me encaram, me julgam... Eu não sou exatamente um modelo de simpatia, mas pelo menos sou eu mesma. Entenda... Não vou sorrir para você porque você sorriu pra mim, sou assim porque sou assim... E quem não gosta, aí vai o meu "SINTO MUITO".
Não que eu seja melhor do que alguém, DE FORMA ALGUMA! Não sou melhor, nem pior (ás vezes eu divago dentre esses dois tipos) do que ninguém, só acho desnecessário e falso eu estar um lixo por dentro e mostrar-me completamente feliz por fora. Essa não sou eu, não sei mentir, não sei fingir.
Voltando ao assunto principal... Não sei se as pessoas imaginam um monstro interno em mim, ou se elas intuem que esse mesmo monstro pode rebentar-se de repente e pular pra fora, devorando-as sem perdão. De qualquer forma, é tão rude o modo como qual me tratam, me olham e falam de mim... Não que eu me importe, não que eu sequer me incomode, mas é triste ver que em pleno século XXI as pessoas deixem-se levar pela aparência...
Estamos vivendo em um mundo retrógrado... E o monstro não sou eu, não são os diferentes... O monstro é todo aquele que reprime, o monstro não está embaixo de nossas camas... O monstro se alimenta das represálias, dos risos de deboche, do aumento do sistema. MAS NÃO POR MUITO TEMPO.
Sim, existe um monstro em mim, e ele ainda vive... Oh Não! Ele está crescendo.
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