terça-feira, 18 de novembro de 2014

VISÃO GERAL: idas, voltas, nostalgia e tempo.

 Estou sempre indo e voltando deste lugar no qual me sinto confortável para falar das coisas que raramente falo para alguém... Voltei, mas não sei quanto tempo mais vou ficar. Pode ser um minuto, talvez dez... Talvez um ano. Eu não sei. E isso me fascina.

Eu aqui, ouvindo uma canção em especial, e me arrebata aquela nostalgia de começo de vida, por volta do começo do novo século... As coisas eram tão mais divertidas, mais fáceis... A vida era um deleite. Um doce deleite (ou de leite?). Eu realmente sinto falta de não ter que fazer nada que eu não quisesse... Uma pessoa me disse uma vez, que eu não era obrigada a fazer o que eu não quisesse, mas essa pessoa mentiu. Não só nesse aspecto, mas acredito que a porra toda seja uma grande mentira.

 Presa numa jaula, o tempo nunca retrocede... Só caminhando p'ra frente, rumo ao nada, ao desconhecido... rumo a sepultura. Eu realmente sinto falta de quando não precisava me preocupar com nada, ou pelo menos me preocupar MENOS do que me preocupo agora. E tenho a plena certeza de consciência que, daqui talvez uns cinco anos, eu tenha a mesma saudade dos tempos de hoje. O tempo nunca volta.

Por mais pessoas a sua volta, você sempre estará sozinho. Há sempre um segredo que você não conta a ninguém, uma ovelha desgarrada do rebanho... Um olho maior que outro. E, meu caro leitor, o tempo nunca volta.

Por esse e outros motivos tantos, eu desisto, peço perdão e despeço... E por fim, me despeço. Tente entender que não faço por mal, eu não sei qual foi o papel que assinei, mas assinei. Eu não sei onde ficaram as chaves, se eu realmente as trouxe... Eu só sei que insatisfação é meu nome pessoal, e até agora não sei o que me motiva a levantar da cama às 5h da manhã. Eu preciso que você saiba uma coisa, urgentemente. Eu preciso que você entenda.

O TEMPO NUNCA RETROCEDE.

domingo, 8 de junho de 2014

Acostume-se... Você nunca será suficiente.

 Por mais que você faça... Nunca, nunca, nunca será o suficiente. E isso me mata.

Depois de um tempo que pareceu e me custou um século, eu voltei... talvez para ficar, talvez para perecer diante dos olhos juvenis, mas experientes de vocês... Tanto faz (E já faz um tempo que tudo para mim tanto faz).

É engraçado como as pessoas colocam as coisas, né? Como se você fosse um supervilão... Daqueles mais perigosos, aqueles da camisa de força com eletrochoque. De alguma forma eles tem razão... Mas não em tudo.

Eu devo ter uma puta de umas costas largas, que já é para carregar o peso dos erros do mundo inteiro... ás vezes eu me sinto como Jesus. Sim, Jesus... o Messias... o cara da bíblia... aquele que salvou a humanidade e seus pecados e blá blá blá.

A culpa das coisas é sempre minha. Eu sou a causa, o motivo, a razão... Eu sou a deixa... Eu sou o inimigo. (e não é megalomania não... Nem egocentrismo... de forma alguma).

Mais uma vez eu sinto que vou explodir... E dessa vez existem agravantes dessa situação.


   Já faz algum tempo que eu não sei o que é felicidade plena.